O preconceito (e toda falta de respeito) só comprova que a pior deficiência que existe é a de caráter. Em vez de julgar os outros, devemos descer do pedestal da arrogância e enxergar o que há de podre e belo em nós mesmos. Nesse momento, seremos capazes de subir, de evoluir, de aceitar qualquer diferença e contribuir para um mundo melhor, mais justo, onde pessoas não serão “objetos” a serem aprovados ou reprovados pelo nosso referencial egóico e prepotente; onde, muito além do “ter”, a vida e o ser serão bens maiores. (Nathalia Wigg)
03 de Janeiro de 2012









